Saudade

É tudo sobre, tudo sobre a saudade,
A saudade nunca é coadjuvante, ela faz de tudo para ser o centro, e é!
A saudade fragmenta
“É amiga das horas”
“É prima irmã do tempo”

É tudo sobre a falta, e sobre o que ficou para trás, deveria estar atrás
É tão presente, é agora (in) felizmente, passou, mas a ferida, “a ferida às vezes nunca sara”
A saudade é inimiga da razão
E nós ficamos aflitos pedindo que a saudade faça as pazes com a razão
E permita que ela seja o peso nas nossas decisões.

Escorre entre os dedos, mas de fluida não tem nada, “a saudade não é um sentimento abstrato”, desafia sua classificação, a saudade é uma visita indesejada, eu a conheço!
É uma festa da qual eu não queria fazer parte, eu sou essa festa, e quanto mais peço para que se retirem da porra da festa,
Mas permanecem.

“A saudade é o revés de um parto, a saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu”
Ela se releva, se completa…
Efêmera, caralho!
Hoje sinto saudades de quem eu era, antes de ser e permanecer na festa.

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Autor: E G Viana

A desintegração, porém, a união de várias extensões, na contra mão, minhas contradições são minhas melhores amigas, "me cobrir de humanidade me fascina" e eu preciso ser cada vez mais humano para enxergar o universo em sua Infinidade, para ser o lugar onde as extensões queiram morar. Compartilhem as suas extensões, uma boa forma de ser resiliente, pedir a Deus a capacidade de transformar todo o universo em arte. Essa arte se encontra aqui, mas também pode estar em todo lugar. _ Essandro Gabriel

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